A arte de pedir doce na casa dos outros (ou um especial de Halloween)

Ontem à noite algumas crianças deixaram o seguinte bilhete embaixo da minha porta “Amanhã é Haloowieen (sic), por favor, queremos doces, gratas”. Se vão mesmo passar aqui pra cobrar eu não sei, mas isso me fez lembrar de todos aqueles filmes com Halloween que a gente acaba assistindo todos os anos. E antes que eu possa conferir se realmente tenho alguma coisa pra alegrar as meninas pidonas, aqui vai a minha lista.

O paizão ( Big Daddy, 1999)

Esse clássico de dia dos pais também tem cenas de dia das bruxas, quando o menino Julian sai fantasiado de lagosta ( acredito) pra sua estreia na vizinhança. Provando que não tem realmente condições de cuidar de ninguém, Adam Sandler resolve de maneira pouco usual o problema com um sujeito que não estava preparado pra ocasião. Mais um dos grandes exemplos que ele dá pro garoto o filme inteiro. 

Sex and the city- O filme ( Sex and the city, 2008)

Tentando esquecer o fiasco que foi o seu (não) casamento, Carrie ( Sarah Jessica Parker) é convencida a acompanhar a amiga Charlote (Kristin Davis) e a família numas dessas pedições de porta em porta. Infelizmente pra ela, a desgraça ainda está na boca do povo, e uma máscara de princesa pode acabar tendo outra função. O vídeo tá horrível, mas foi o único que eu encontrei.

E.T, O Extra Terrestre ( E.T, the Extra-Terrestrial, 1982)

De que jeito o E.T parece mais fofo? Tentando “curar” o garoto com a fantasia de esfaqueado? Ou reconhecendo o seu “irmão” Yoda   (os dois foram criados pelo artista de efeitos especiais Carlo Rambaldi)  entre as crianças  fantasiadas na rua?

Abracadabra (Hocus Pocus, 1993)

A Sarah Jessica Parker aparentemente é uma grande fã de Halloween, aqui está ela de novo, mas um pouco menos simpática. Ela é uma das 3 bruxas que voltaram dos mortos e precisam sugar a energia vital de criancinhas. Pra atrai-las, ela canta essa música, que parece tão bonita e inofensiva, mas fala de ” Terra de Encantos”, “Jardim das Sombras” e “descansar na calma e no silêncio”.

E agora o melhor de todos:

Charlie Brown e a Grande Abóbora ( It’s the Great Pumpkin, Charlie Brown, 1966)

E essa é a grande origem da frase que eu repito em todo jogo de Catan ( ” E eu, uma pedra”), e sempre tenho que explicar. Enquanto o Linus espera pela chegada da Grande Abóbora, Charlie Brown mostra que é realmente um loser em tudo o que faz. Ele é o fantasminha todo furado que inexplicavelmente só recebe pedras quando os outros recebem doces. Um Halloween que consegue ser mais triste que o das vítimas do Michael Myers.

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One thought on “A arte de pedir doce na casa dos outros (ou um especial de Halloween)

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